Browsing Tag

nostalgia

conversas, música

Uma música e uma nostalgia

Poderia ser apenas mais uma manhã de terça-feira, iniciando mais um dia de trabalho. Coloco os fones de ouvido e busco canções que me façam focar (estou tendo muita dificuldade no momento de mirar nos afazeres e não me deixar levar por apenas mais um capítulo daquele livro que não consigo parar de ler). Escolho Interpol. Toca Obstacle 1.

It’s different now that I’m poor and aging
I’ll never see this place again
You go stabbing yourself in the neck

Imediatamente sinto aquele arrepio na nuca, a sensação de que as coisas estão passando rápido demais. Uma nostalgia invade o escritório de trabalho, volto no tempo uns 9 anos, quando trabalhava no Colorado e Interpol me fazia companhia nas temperaturas gélidas do inverno norte-americano. Turn On The Bright Lights tocava exaustivamente no meu CD player e, posteriormente, no meu primeiro iPod (um daqueles com capacidade para armazenar duzentos e cinquenta e nove mil músicas). Conheci Interpol assistindo The O.C. e, depois disso, um crush também super ouvia… Transformei Interpol na minha trilha dos dias onde a solidão e melancolia tomavam de assalto a minha alma.

Ano retrasado estive no Lollapalooza e, finalmente, assisti a um show deles. O dia ainda estava claro e chovia. Claro, tinha que chover. Interpol não combina com dias ensolarados e quentes. E foi tão lindo.

She puts the, she puts the weights into my little heart
And she gets in my room and she takes it apart, oh
She puts the weights into my little heart
I said she puts the weights into my little heart

A voz de Paul Banks me relembrou dois momentos tão distintos. Há 9 anos, me sentia incompleta e triste; recentemente, me senti em paz por ter a certeza de que aquela Raquel de antigamente sobreviveu e está caminhando tão bravamente em busca de sua paz de espírito.

Facebook // Instagram // Twitter // Pinterest // snapchat: hackelz

conversas

Um acorde e uma nostalgia

imagem do topo daqui

Algumas canções tem o poder de me teletransportar para fases bem datadas da vida. Ontem, ao fazer uma limpa nos meus arquivos do computador, cruzei com alguns álbuns em mp3 e um deles era o do Oasis. Coloquei pra ouvir, até que tocou a lendária “Wonderwall”.

Independente de ser uma música batida, tendo tocado exaustivamente nas rádios na época, ou mesmo de ser uma música boa/ruim da banda, essa foi uma das primeiras canções que ouvimos do tal grupo de ingleses que muita gente apontava como “os novos Beatles mau humorados”. Naquele tempo, a gente não tinha Facebook, nem internet pra ficar pesquisando sobre bandas, as informações chegavam por revistas e pela MTV. “Wonderwall” colocou o Oasis na minha vida, em uma adolescência recheada de compromissos com o curso de inglês e a escola. Essa música toca e eu consigo ver a Raquel com seus 13, 14 anos, meio que querendo se definir pelas coisas que ouvia, muito mais do que pelas coisas que vestia. Aliás, acho que nunca fui uma pessoa muito fashionista, principalmente quando era pirralha.

Oasis me lembra como meu microsystem do quarto era tão importante e companheiro. Além do discman, que obviamente tinha pilhas recarregáveis. Oasis coloca a Raquel de 33 anos olhando pra Raquel moleca e chega a ser curioso esse “confronto”. Acho que eu gostaria de ter sido minha amiga naquela época, pelo menos bom gosto musical eu tinha (pelo menos, já que para namorados o dedo era podríssimo).

PS 1: (What’s the Story) Morning Glory? faz 20 anos em outubro.

PS 2: tô velha.

curta o blog no Facebook siga no Instagram acompanhe os tweets snapchat: hackelz

Maionese no BEDA

música, nostalgia

Uma saudade: The All-American Rejects

Adoro que de tempos em tempos em vicio loucamente em um determinado som. Hoje, ao finalizar o expediente, acabei ouvindo um pouco de Blink-182 (que tá no maior climão com a saída do TomDeLonge) e ao clicar em “related bands” no Spotify, dei de cara com uma banda que eu amava muito no começo da minha vida adulta: The All-American Rejects.

The All-American Rejects | Maionese

MEU.DEUS.QUE.SAUDADE

O primeiro álbum deles foi lançado em 2002 e eu não lembro direito como conheci essa banda. Só sei que eu e minha amiga Lisa ouvíamos o CD todos os dias. Tipo, fico imaginando pra minha mãe o desespero que devia ser, the same fucking songs tocando “de vez em sempre”. E olha que o vício não ficava só em ouvir o CD não… A gente compartilhava tudo deles em nossos blogs na época. Era quotes, as letras nos posts, a coisa toda. Vale lembrar que eu era uma mocinha de 21 anos, vivendo aquela fase “tô virando adulta”. Tava na faculdade, panz… E na minha seleção de bandas preferidas tinha The All-American Rejects. Lembro que nós duas sonhávamos com a vinda deles pro Brasil, algo que nunca aconteceu…

Era só tocar essa música que a gente ficava toda “alvoroçadinha” e feliz:

Pra vocês terem mais uma ideia do meu desespero por eles: meu user no last.fm é o nome de uma música dos caras >> Paper Heart.

Foi muito interessante ouvir esse álbum hoje, com 33 anos. Inevitável aquele mergulho que a gente dá no passado, né? A rotina, completamente diferente. Quando paro pra pensar nas coisas que eu fazia, nas minhas idas pra faculdade, dois ônibus, calor, um estilo de vida completamente diferente. Daí eu lembro que aquela Raquel não imaginava o que o futuro reservaria pra ela. Todas as mudanças. Todas as vivências. Não, a Raquel do comecinho dos anos 2000 não sonhava com o que seria hoje. E nem falo isso porque “meldels minha vida é incrível”. Falo isso por constatar como a vida vai seguindo um curso que a gente talvez nunca tenha planejado. Quantas vezes me senti tão sozinha e perdida? Quantas vezes desisti de algo e recomecei? E continuo fazendo. E sabe Deus o que me aguarda daqui a 10 anos. Será que vai surgir um post saudosista como esse? Será que vou ter filhos? Será?

Que poder mágico que a música tem de fazer com que a gente viaje no tempo.

Pra quem quiser ouvir o álbum, é só clicar no player abaixo:

conversas, www

[TAG] Meu Natal

A ideia era fazer esse post em vídeo mas devido a uma faringite que derrubou o meu ser nos últimos dias, ficou impossível falar sem cof tossir cof. Então fica adiado mais uma vez o debut em vídeo aqui no Maionese.

Porém, aproveito o embalo pra apresentar o novo layout do blog. Tá mais redondinho que o anterior, mais organizado e até o fim da semana vou reorganizar todas as categorias. Sinto que tem muita coisa embaralhada, o que deixa a leitura mais confusa. Ano que vem vou contar pra vocês uma novidade muito legal que vai empurrar esse cantinho aqui ainda mais pra frente. Aguardem! 😉

Bom, voltando ao assunto do post. A Ba Moretti fez um vídeo super fofo respondendo à tag “Meu Natal”, criada Verônica do The More That You Learn. A brincadeira propõe que a gente responda a 25 perguntas que tenham a ver com Natal. A noite propriamente dita. O que fazemos. Quantas piadas do tio do pavê ignoramos, essas coisas. Enfim, vamos lá!

1. O que você costuma fazer na véspera de Natal e no dia 25?

Desde que vim morar com o Pedro, geralmente passo o dia 24 fazendo alguma comida e quando dá mais ou menos umas 18h vou pra casa dos meus pais e vovó e jantamos por volta das 22h. Vovó dorme cedo e como meu irmão sempre vai pra casa da família da esposa, a gente adianta as formalidades. Assim, o Pedro também participa e depois encontra sua família em uma cidade vizinha. No dia 25 rola aquela jiboiada, né? Depois de tanto comer, rola uma pregs das comidas de Natal e a gente sempre recorre às sobras ou então uma pizza marota.

2. Qual é o seu filme natalino favorito?

Ai gente sabe que não sei? Esqueceram de Mim já deu né embora seja super Natal. Mas um filme que eu amo assistir nessa época é algum da trilogia Star Wars (a “primeira” parte da trilogia). Sei lá porque, sempre assisto com meu pai e a gente tece comentários estranhos.

3. E a sua música natalina preferida?

Passei dois natais morando nos EUA. Lembro que no primeiro foi uma puta deprê porque não tinha nem um mês lá, eu não tinha muitos amigos e simplesmente não havia ceia, porra nenhuma. Me juntei a uns gatos pingados, a gente assou um frango, comeu Pringles, uma bosta. Daí lembro que alguém tinha um CD de músicas natalinas e tocou essa do She & Him. Tá que aqui no Brasil não faz nenhum sentido essa BABY IT’S COLD OUTSIDE porque né, o calor é tipo o inferno te dando um abraço por trás. Mas essa música me lembra Natal:

4. Você tem uma comida de Natal favorita?

Tenho algumas. Rabanada, tender e bolinho de bacalhau. Tem que ter.

5. O que você mais gostaria de ganhar nesse Natal?

Gostaria de ganhar uma viagem para NY no outono/comecinho do inverno. <3

6. Você gosta mais de dar ou receber presentes?

Eu gosto muito de ganhar presentes e também de dar. O processo de escolha de um determinado presente, ou então de fazê-lo, embrulhar… adoro muito!

7. Você já passou o Natal na neve?

Como já falei aqui em cima, passei Natal na neve duas vezes. Inclusive tenho imagens somewhere nos meus arquivos de fotos. Mas deixo vocês com um vídeo:

8. Onde você gostaria de passar o Natal?

NY! <3

créditos da imagem: aqui

9. Sua família costuma decorar a casa? Quem fica encarregado das decorações?

Aqui em casa quem cuida da decoração de Natal sou euzinha. Mas quando morava na casa dos meus pais, minha mãe puxava o movimento e eu ajudava nos detalhes.

10. É época de Natal. O que você está lendo?

Estou terminando de ler um livro chamado Breakable, continuação de um chamado Easy – que rolou resenha aqui. Em paralelo, estou lendo Eleanor & Park.

11. Qual é o seu cheiro preferido no Natal?

Cheiro de chuva, típico daquele dia quente brindado com chuva de noitinha.

12. Você foi um bom menino/ uma boa menina esse ano?

Sempre!

13. O que sempre tem pra comer no Natal?

Sempre tem rabanada e panetone/chocotone.

14. Como você costuma se vestir na ocasião?

Como geralmente faz muito calor, procuro usar uma roupa confortável e que não seja muito quente. Ninguém merece fazer sauna no próprio look.

15. Você começa suas compras de Natal na Black Friday ou deixa tudo pra última hora?

Olha, vou te dizer que aproveito sim algumas promos da Black Friday pra comprar presente. Até porque, algumas lojas demoram uma vida pra entregar as coisas…

16. Você sabe embrulhar presentes? Você faz com gosto ou não?

Amo fazer embrulhos, tô sempre atrás de coisinhas e lindezas. Esse ano, investi pesado em papeis e furadores, meus familiares vão ganhar presentes lindos por dentro e por fora.

  17. Você sabe o nome de todas as renas do Papai Noel?

Não sei.

18. Você tenta espiar seus presentes antes ou prefere a surpresa?

Alguns acabo sabendo porque ganho antes ou meus pais perguntam o que quero. Mas gosto sempre de deixar pra saber na hora! <3

19. Você abre seus presentes na véspera ou na manhã de Natal?

Geralmente trocamos os presentes depois do jantar, porque minha avó dorme cedo.

20. Quando você descobriu a verdade sobre o Papai Noel?

Acho que bem novinha… não me lembro muito bem da ~magia~ do Papai Noel.

21. Qual o melhor presente de Natal que você já ganhou?

Um dos melhores presentes que já ganhei foi esse ano: minha primeira televisão na vida! Só minha! <3 Obrigada, mãe!

22. Você faz resoluções de ano novo? Você as cumpre?

A gente sempre acaba fazendo aquele “saldão”, né? Olha ~pra trás~ e vê o que não funcionou/funcionou pra caralho. E aí traça novas metas, corre atrás…

23. Conte uma história de Natal memorável.

Ano passado passei meu Natal a base de lencinhos e anti-alérgico graças à rinite. Mas deitei no sofá e comecei a assistir a história toda desde o primeiro filme. Foram seis filmes em três dias e vocês devem estar pensando “nossa, que Natal legal hein, doente e vendo filme” mas gostei muito porque tava com saudade de curtir o apê em que morei por 30 anos e foi como se eu pudesse voltar no tempo de alguma forma. Foi diferente, foi nostálgico e foi bonito. Sei que vou me lembrar daquele sofá com luz de pisca pisca na parede por muitos anos ainda.

24. O que torna essa época do ano especial para você?

Dezembro é um mês que gosto muito por anteceder o meu aniversário, que já acontece logo no comecinho do ano. É um mês em que escolho pra reorganizar as coisas: o computador, a casa, a papelada, a vida de um modo geral. Trabalho, amizades, relacionamentos… entra tudo nessa faxina. Sinto que o clima entre as pessoas também muda, mesmo com o desespero de compras e restaurantes lotados de amigo oculto e almoço da firma. Sinto que é meio “geral” a vontade de recomeçar, literalmente falando.

25. Sua coisa preferida no Natal?

Gosto muito da decoração de Natal. As luzes, os enfeites… mesmo com o nosso calorão e com a neve falsa (minha mãe usava algodão no presépio *RISOS*), curto tudo que deixe o Natal com cara de Natal. Por mim, deixava a árvore montada janeiro todo, afinal a gente tem um trabalhão arrumando, né? Menos de 2 meses é muito pouco!

Convoco a todos que queiram responder a tag que o façam – de preferência antes do Natal. Como já vi vários blogs-amigos participando, nem vou indicar. Sei que vocês já responderam/vão responder. No mais, desejo a todos um FELIZ NATAL! Não sei se apareço antes do Natal mas certamente darei as caras nesse recesso!

entretenimento, música

Uma saudade: The O.C.

The O.C. | Maionese

Californiaaaaaa… here we coooooooooomeeeeeee

Antigamente, eu não era o tipo de pessoa que passava horas do dia acompanhando meia dúzia de seriados. Porém, recentemente fui mordida por esse bichinho, que faz com que você deixe de ler livros, sair, ter uma vida pois simplesmente não consegue parar de assistir a determinada série sem o risco de morrer de curiosidade e ansiedade. Se bem que você pode acabar se transformando numa dessas pessoas que dá conta de livro + série + vida social… Eu te invejo, meu amigo.

Há alguns anos, um desses enlatados pra adolescente me chamou atenção, e foi justamente pela trilha sonora fuderosa: The O.C.. Podem sacanear, me chamar de juvenil, mas lembro como se fosse HOJE: faltar aula da faculdade pra acompanhar o namorico de Marissa Cooper e Ryan, uma espécie de Cinderela dos tempos modernos. O rapaz, nesse caso, é o pobretão que de um dia pro outro tem a vida transformada: de família barra pesada, white trash americano, passa a ter tudo do bom e do melhor; a guria é riquinha e famosa no pedaço, mas por um percalço do destino, fica pobre depois.

The O.C. | Maionese

Temporada vai, temporada vem, o romance fica ali naquele “não caga mas não sai da moita”. Até o dia em que eles ficam juntos. E até o dia em que… bom, deixa pra lá. Eu chegava a suspirar pateticamente quando os dois se encontravam e tocava Forever Young, cantada pelo Youth Group.

The O.C. | Maionese

Mas então, The O.C. me fez ter vontade de ir pra Califórnia, sentir o ventinho que aquele povo sentia, tomando café com gelo da Starbucks. Em 2007, pude finalmente realizar meu sonho e viver aquela sensação mágica do entardecer com milkshake e ventinho nos cabelos. Mas The O.C. também revelou um lado obscuro na minha vida, o da ilegalidade: me fez baixar toneladas de músicas!

Um seriado famoso pela trilha sonora perfeita. Graças ao melodrama californiano, conheci tanta coisa linda… Seguem algumas dessas canções:

1. Interpol – Evil

Foi assim que conheci Interpol. Obrigada, produtores do seriado, pela graça alcançada.

2. Nada Surf – If You Leave

Já conhecia Nada Surf de outros carnavais. Fui no show deles aqui no Rio e o escambáu. Nem preciso dizer que quando ouvi o comecinho dessa música num episódio, pire, né?

3. Sufjan Stevens – For the widows in paradise, and the fatherless in ypsilanti

Sufjan Stevens é LINDO! Qualquer álbum dele é do tipo que você ouve sem pular uma música, naquele esquema de colocar pra tocar, deitar e esquecer que #vaitercopasim.

4. Pinback – Fortress

Quando o Pedro me apresentou Pinback, bem depois da minha febre por The O.C., tive a certeza de já ter ouvido o som dos caras. Fazendo uma pesquisa, vi que eles volta e meia apareciam na trilha da série. Outro som que também é a cara da Califórnia – aquela vibe praia + fim de tarde + ventinho bom.

5. Modest Mouse – The View

Se você já foi pra Califórnia, sabe que Modest Mouse é a cara desse lugar. É impressionante como certos sons representam tanto uma cidade, um bairro… Bateu até uma nostalgia.

6. Stars – Your Ex-Lover is Dead

Essa música me arrepia de tão bonita que é. PS: Stars é uma banda que tem como vocalista Amy Millan, uma das integrantes do Broken Social Scene.

7. Death Cab For Cutie – A Movie Script Ending

O personagem indie do seriado, o bonitinho do Seth, era fã do Death Cab For Cutie, o que rendeu até participação da banda num episódio. Death Cab é fofo, certas vezes melancólico. Essa é uma das minhas preferidas.

8. Spoon – I Turn My Camera On

Spoon tocava a cada dois episódios por temporada. Brincadeiras à parte, diz se não dá vontade de sensualizar com essa música?

9. The Perishers – Nothing Like You And I

Lindezinha de canção. Uma pena eu não ter ouvido mais nada desse grupo.

10. Bloc Party – The Pioneers

Lembro dessa música tocar num momento tenso, onde provavelmente o Ryan fugia do namorado maluco da Marissa, um viciado lá bonitão que ela andou se atracando.

The O.C. | Maionese

Desde então, nunca houve um seriado tão delícia quanto The O.C., com todos os dramas adolescentes, o visual perfeito, combinado com uma trila sonora sensacional.

nostalgia

Meme: 5 amores platônicos famosos #rotaroots

VOLTEI, MINHA GENTE! Depois de duas semanas parcialmente offline, saracoteando pela terra dos Incas, estou de volta ao Brasil, meu Brasil brasileirooooo! Ainda não tive tempo de baixar fotos, vídeos, mas já fiz vários rascunhos de tudo que vou trazer pro blog. Aliás, esse conteúdo mágico vai inaugurar uma nova fase do Maionese, com direito a canal no YouTube (ASSINA LÁ, POVO!) e tudo mais.

Pra tirar as teias de aranha do blog, resolvi participar de um meme bem divertido, proposto pela turma do Rotaroots para o mês de maio. Eu sei, hoje é dia 25 mas né, fiquei fora e panz. A ideia é listarmos 5 amores platônicos famosos, desses que a gente tem quando é novinha e tal. Lógico que tá permitido se apaixonar platonicamente depois de adulto-casado-etc mas por aqui não aconteceu. Lembro muito das paixonites que eu tinha quando moleca e essas valem a pena contar.

Rob Lowe | Maionese

crush-roblowe

Acho que esse foi o meu primeiro crush impossível. Devo ter assistido a algum dos filmes adolescentes que ele fez, e pronto: foi amor a primeira vista. Ficava doida quando ele pintava em algum outro filme, ele era muito maravilhoso. Lembro que achava lindo o conjunto olhos-bochecha rosada-nariz fino, enfim, Rob Lowe me fazia suspirar. Pior que não tinha ninguém parecido na escola pra amar também.

Aqui você confere uma galeria maravilhosa com fotos do Rob Lowe, que continua sendo um homem muito bonito.

Morten Harket | Maionese

Morten Harket | Maionese

Eu definitivamente pegava paixão por cantores e outros frontmen de grupos da época. Acho que é porque ficavam mais em evidência, em clipes e revistas. Mais do que atores de filmes, me apaixonava quase que semanalmente por algum artista. A lista foi grande e precisei enxugar um tanto, deixando apenas os mais significativos aqui. E Morten Harket é amor sincero e eterno. Aqueles dentinhos separados, aquela vibe nórdica… AQUELA VOZ! Vamos combinar, foi difícil viver os anos 80 sem se deixar abalar por esse homem.

Claudio Heinrich | Maionese

Claudio Heinrich | Maionese

O único representante brasileiro nessa lista. Achava ele lindo como Paquito da Xuxa, depois como Dado… péssimo ator mas muito bonito, charmoso. E o homem continua gato até hoje, mudou muito pouco. Benzadeus, meu filho.

Keith Flint | Maionese

Keith Flint | Maionese

Ok, eu achava alguns homens gatos realmente gatos mas o que dizer sobre Keith Flint numa lista de crushes? Eu devia ter uns 14 anos quando conheci The Prodigy e dentre 4 membros, fui amar o mais estranho de todos. Acho que eram os piercings, aquela cara de maluco, eu nunca tive um gosto muito decente, Keith me chamou atenção desde então. Até hoje tenho uma revista daquelas Showbizz com ele na capa, vinha um pôster também, nem preciso dizer que minha mãe vetou a imagem desse ser na minha parede.

Eddie Vedder | Maionese

Eddie Vedder | Maionese

Lembro exatamente da primeira vez que vi Eddie Vedder. Tava na casa de uns vizinhos da época quando rolou um clipe do Pearl Jam. Um dos meninos era apaixonado pela banda e mais velho, eu queria bancar a conhecedora de música e enchi a boca pra falar “também gosto de PJ”. Conhecia apenas duas músicas e quando vi Eddie no clipe, tive aquele baque: quem era aquele homem maravilhoso na TV? E, além disso, VOCALISTA da banda? Disfarcei a surpresa e passei a acompanhar a banda por muito tempo, só por causa do Eddie – GROUPE FEELINGS.

Foi até difícil escolher uma foto do Eddie Vedder, Deus foi bom com esse senhor, viu?

PLUS
Kirk Hammett | Maionese

Kirk Hammett | Maionese

Ao fechar essa lista, lembrei que tenho um crush depois de velha sim: se chama Kirk Hammett. Meu amor triplicou por ele quando o conheci ao vivo e à cores, uma simpatia de pessoa, charmoso toda vida, cabelos macios, botas estilosas, ainda me elogiou. Como não amá-lo? Desculpa, Pedro.

Este post faz parte do rotaroots, grupo de blogueiros de raiz que organiza blogagens coletivas e tenta manter a blogsfera viva. Se você se identifica com o projeto, vem com a gente clicando aqui.