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Trash Cat: o fantástico mundo dos gatos

Há quase 3 anos divido o espaço com dois felinos, John e Marvin. Quem me acompanha no Instagram já deve estar cansado de ver a fuça de ambos por lá mas o que posso fazer se são tão lindos e macios? Sempre gostei de animais e queria muito poder adotar bichinhos que precisassem de um lar. Sou muito mais feliz por tê-los comigo, sem sombra de dúvida.

Quem tem gatinho em casa precisa assistir a esse vídeo. Sério, é tão real! É tão o mundo dos gatos! A animação foi produzida por Kelsey Goldych, que de um jeito bem humorado constrói um cenário onde um gatinho bem do safado acaba sendo levado para o virtual e aí, hmmmm, como tirá-lo de lá? Clica no play pra assistir:

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Maionese no BEDA

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Lançamento Record: Gatos – O Livro de Colorir

Todo mundo já sabe a febre que tá sendo essa vibe do livro de colorir. Eu sabia que tinha muita gente participando só pelos feeds das redes sociais em que estou porém outro dia, ao passear pelo Centro do RJ, vi pessoas se debruçando loucamente sobre banquinhas de ambulantes vendendo lápis de colorir. Eram lápis de todas as cores e tipos. Achei divertido e ao mesmo tempo fiquei impressionada pois fazia algum tempo que eu não via essa comoção toda em prol de algo que estivesse na moda. Me lembrou os tempos de papel de carta.

Eu já tinha tentado brincar de livro de colorir/escrever com aquela onda do “Destrua Esse Diário” mas acabei não saindo da primeira página. Ao ver todos esses livros com mandalas e jardins, ensaiei uma estreia mas sou tão ansiosa que sofreria em não conseguir finalizar minhas pinturas e isso me deixaria frustrada. Porém, tremi nas bases quando vi esse lançamento do Grupo Editorial Record pra junho. É um livro de colorir. Com gatos. Apenas.

Gatos - O Livro de Colorir | Maionese

De acordo com a editora:

Com ilustrações criadas especialmente para os entusiastas de felinos, “Gatos: O livro de colorir” tem estampas ricas em detalhes e é repleto de possibilidades artísticas. Uma válvula de escape para um mundo repleto de corações, motivos floridos, diferentes texturas e, é claro, gatinhos. É só escolher seu local da casa e suas cores favoritas, e esquecer os problemas que tiram seu sono. Aqui não há regras: siga sua imaginação! Relaxe, inspire-se com os bichanos e crie um deslumbrante universo!

O danado já está em pré-venda na Saraiva (só clicar aqui http://bit.ly/GatosColorirSaraiva). Eu “vou ter que” me render ao colorê por motivos de lindeza extrema. Quem quiser dar dicas de coisinhas pra pintar, favor se manifestar nos comentários!

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Animais na vida: amor verdadeiro, amor sincero

Eu já tinha falado do John aqui no blog mas nunca falei do Marvin, o gatolíneo preto que adotamos em abril desse ano. A história do Marvin é curiosa e bonitinha. Diferente do John, que foi resgatado no Centro do Rio (já com uns quatro meses, o pobrezinho era praticamente chutado de um lugar pro outro), Marvin nasceu já no gatil da Associação Quatro Patinhas. Sua mãe foi resgatada, teve os filhotes em proteção e assim surgiu o Marvico.

Marvin | Maionese

Eu e Pedro namorávamos a ideia de ter mais um gato em casa pois achávamos que John precisava dessa parceria. Me apaixonei por tantos filhotes nas páginas de resgate, porque gatinho filhote é uma coisa deliciosa, certo? Em nenhum momento me ocorreu comprar um gato. Uma vez, conversando com uma amiga sobre o assunto, debatemos sobre a compra de animais e eu, Raquel, simplesmente não consigo pensar na hipótese de comprar um animal. Sem querer dar lição de moral em ninguém, cada um sabe o que faz com seu próprio dinheiro, com a sua própria vida… acontece que por acompanhar tantas histórias de resgate de cães e gatos, não entra na minha cabeça COMPRAR um bicho sabendo que tem tantos abandonados, doidos pra ganhar um lar e carinho. É só disso que eles precisam, viu?

John & Marvin | Maionese

Voltando à história de John & Marvin: no começo, os dois se estranharam um tanto. Com uma semana, eram melhores amigos. E hoje são inseparáveis. Quando olho pro John, todo lindo e feliz, me dói imaginar que alguém tinha coragem de chutá-lo na rua. Só de escrever isso aqui a lágrima escorre sem que eu sinta porque é um serzinho tão amado que só socando a cara de quem faz maldade com animais. E Marvin, que certamente seria mais um gatinho abandonado por aí, ainda mais por ser pretinho, estaria sujeito à ignorância de pessoas que sacrificam animais em rituais bizarros.

Eu não tenho palavras pra descrever o amor que sinto pelos dois. Marvin é o tipo de gatinho que vem pro colo, que deita no meu suvaco e se aninha todo. John é aquele companheiro silencioso, que fica por perto sem exigir muito mas de vez em quando bate carência e lá vem ele se esfregar e quando você vê, pulou no colo. Há dois anos trabalho em home office. Há quase dois anos tenho a companhia de John e mais recentemente do Marvin. Minha vida é muito mais completa com a companhia desses dois safados. Como sou grata por tê-los ao meu lado.

Além dos dois aqui em casa, acompanhei a adoção de duas cachorras pelos meus sogros. Ambas com histórias tristes e que, graças ao coração gigante dos sogrinhos, tiveram um final feliz. Não há sensação mais gostosa do que encontrá-las protegidas, cuidadas, sabendo que viviam nas ruas sem a proteção de ninguém. Infelizmente esse não é o destino de muitos animais abandonados. E é por isso que precisamos cada vez mais espalhar por aí informação, gente. Castração, guarda responsável, adoção. Sabe o famoso “não compre, adote”? ADOTA, minha gente! Amor não tem raça nem pedigree, é só amor! <3

Abraçando Patinhas | Maionese

Pensando nisso tudo, o lindo grupo Rotaroots, juntamente com a Max Total Alimentos (lembra que fiz post aqui em parceria com eles?), lançou a campanha Abraçando Patinhas. Mas sobre o que essa campanha quer falar, Raquel? Sobre a guarda responsável, adoção consciente de animais e de quebra, visa arrecadar ração para a ABEAC, responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba como ajudar clicando aqui.

Esta blogagem coletiva faz parte do projeto Abraçando Patinhas, uma iniciativa do Rotaroots em parceria com a marca de ração Max – da fabricante Total Alimentos. Esta iniciativa reverterá na doação de 1 tonelada de ração para a ABEAC, ONG responsável pelo bem estar de cerca de 1100 cães. Saiba mais sobre o projeto no site do Abraçando Patinhas ou participando do grupo do Rotaroots no Facebook.

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Castrar é um ato de amor: participe dessa campanha

Castrar é um ato de amor | Maionese

Eu já contei aqui no blog a história do John, meu filhote felino, que chegou na minha vida e do Pedro trazendo tanto amor e alegria que só de pensar eu já fico com os olhos marejados. Alguns meses depois, chegou o Marvin, que ainda não ganhou post no blog mas merece, e muito. Ambos os gatinhos foram adotados de grupos de resgate, que fazem trabalhos incríveis tanto na hora de recolher mamães gravidinhas quanto de gatos abandonados já grandinhos. John era um gato adolescente abandonado; Marvin nasceu no gatil onde sua mãe foi acolhida. Histórias diferentes mas com uma questão em comum: a castração. Se você (ainda) não é a favor, senta aqui que vou te contar algumas coisas legais.

Por que castrar o meu gatinho?

No Brasil, há mais de 21 milhões de gatinhos, número que mostra o quanto nós somos apaixonados por felinos (basta acompanhar o seu Instagram pra comprovar isso he he he). Seria lindo se todos esses gatinhos tivessem uma caixinha de papelão pra chamar de sua, ração fresquinha, água de torneira gelada… infelizmente, nem todos tem essa sorte. Cerca de 10 milhões de peludos vivem nas ruas, se reproduzindo e gerando cada vez mais peludinhos… todos sem um teto pra morar. Para você ter uma ideia, um casal de gatos pode gerar, em um ano, até 16 filhotes. É gato pra chuchu!

Cada vez mais, grupos de protetores tem levantado a bandeira da castração. Não só felina mas canina também. A campanha de conscientização tem como principal objetivo mostrar os benefícios desse ato, que em um primeiro momento assusta mas se faz necessária. Aos que pensam “estou mutilando meu animal”: seu bichinho não sente dor durante a operação. Logicamente, no pós-operatório, há aquele incômodo característico mas nada que alguns cuidados e muito amor não resolvam. É tudo pelo bem deles, não é mesmo? <3

Castrar é um ato de amor | Maionese

“Mas Raquel, depois que castrei meu gato, ele começou a engordar absurdos”. Como há alteração hormonal e eles ficam mais quietos, é preciso tomar cuidado com a ração. A Max Cat Castrados tá aí pra ajudar você a cuidar ainda melhor dos seus felinos!

A Max Cat apóia essa campanha e fez um vídeo bem explicadinho pra quem ainda tiver dúvidas. Clique no player abaixo e assista:

Castrar é um ato de amor | Maionese

Esse post é um publi mas é, acima de tudo, um convite a participar de uma campanha tão importante. A informação é uma das principais armas que a gente tem para transformar a nossa sociedade. Divulgue a campanha por castração entre seus amigos, no seu bairro, há sempre quem precise saber mais sobre o assunto.

*** ESSE POST É UM PUBLIEDITORIAL ***

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Para os gateiros de plantão: Cats vs Humans

Cat vs Human | Maionese

Cat vs Human é um dos projetos mais fofos que eu encontrei pelas minhas andanças na internet. Não somente porque fala sobre gatos mas porque aborda com muito humor e carinho situações do cotidiano de quem tem felinos em casa.

Claro que essas peculiaridades não são exclusivas do universo dos gatos. Quem tem cães também tem muito pra contar, principalmente quando encontram com outros donos de cães. É aquela prosa que nunca termina, além de ser muito curioso ver os donos falando de seus pets com tanto orgulho, tipo reunião da escola onde falamos dos nossos filhos. No fim das contas, eles também são como filhos.

Mas voltando ao projeto, Yasmine Surovec é ilustradora e apaixonada por gatos. Acabou juntando as paixões e criou o Cat vs Human, tirinhas com drops divertidos de quem convive com gatinhos. O mais bacana é ver que a Yasmine traz parte do seu universo particular para as tirinhas (já que ela é “mãe” de pelo menos oito gatinhos). Aquela coisa: sofás arranhados, miados no meio da madrugada, carinho espontâneo, tudo isso ilustrado de um jeito tão fofo que você fica fazendo “ownnnn” pra tudo.

Cat vs Human | Maionese

Cat vs Human | Maionese

Cat vs Human | Maionese

Cat vs Human | Maionese

Cat vs Human | Maionese

Yasmine já lançou alguns livros e também tem uma lojinha cheia de fofuras (canecas, casacos, camisetas…). Deem uma passadinha no site dela pra acompanhar as tirinhas.

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Eu e John, John e eu

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Eu sempre quis ter um gato. Ou um cachorro. Ou os dois. Vivia pedindo pra minha mãe, que deixasse a gente ter um bichinho em casa. Nunca deu certo. O prédio em que morávamos era super severo em relação a animais e por causa disso meus pais preferiram não comprar essa briga. Havia passarinhos uma época, boa parte deles eram trazidos pelo meu avó ou então resgatados na rua (havia muitas árvores e volta e meia nos deparávamos com algum filhotinho machucado, daí minha mãe trazia pra casa e a gente cuidava deles). No fundo, nunca curti muito a vibe do passarinho na gaiola. Primeiro porque né, o bicho tá preso. Segundo porque passarinhos não foram feitos pra interagir com você. Ou pra serem criados enjaulados. Mas enfim, tem gente que curte.

Ainda adolescente, durante uma viagem de férias, cuidamos de um gatinho que estava abandonado num matagal. Até hoje não sei se era macho ou fêmea, era um tigradinho bem vira-latinha. Batizamos o gato/gata de Canguinha. Infelizmente, tivemos que deixá-lo quando as férias terminaram porque não havia a menor chance de trazê-lo conosco. Meu coração se partiu em mil mas não havia nem logística pra que ele viesse com a gente pro Rio.

Após 30 anos de existência, me mudei para um apartamento junto com meu Pedro. Ele, que sempre teve cadelas correndo pelo quintal de casa, não animava muito com a ideia de ter um gato no apê. Aquela vibe “gatos são independentes demais… dormem o tempo todo…”. Um belo dia, uma amiga apareceu no Facebook dizendo que precisava encontrar um lar para uma gatinha muito filhotinha. Foi assim que conhecemos a Mia.

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Fomos buscá-la de carro numa tarde de domingo e como ela era pequenina. Devia ter pouco mais de um mês! Batizamos a gatinha de Mia Wallace por causa do filme Pulp Fiction e nossa, como estávamos felizes em trazer a pequerrucha pra casa! Tava tudo lindo, até percebermos que ela não estava bem… Ela ficou quieta, respirando com dificuldade e com diarréia. Já era bem tarde quando corremos para o veterinário e a resposta não era boa: Mia estava com febre, possivelmente muito anêmica e doente. Ela ficou internada e no dia seguinte… havia falecido.

Nunca chorei tanto na minha vida. Acho que só chorei assim quando meu avô morreu. Depois que você segura em suas mãos um ser tão frágil, tão indefeso, que tá ali lutando, é como se todo o amor possível no mundo tomasse conta de você. E de repente, o ser que a gente amou tanto se vai. Bizarro que foi tudo em menos de 24 horas. Você pensa “mas meooo, nem deu tempo de se apegar”. Deu. E como deu. Mas o que doía mais era o fato de sentir nas mãos essa coisa chamada vida. Ela não conseguiu e isso me matou durante dias.

Fiquei abalada emocionalmente por uns dias até que uma amiga um dia comentou sobre um gatinho que estava em busca de um lar. Ele havia sido resgatado no Centro do Rio, após ser agredido por um segurança na rua. O bichinho tentava entrar em um hospital, provavelmente faminto, e esse segurança o explusava do recinto com chutes. Ao saber dessa história, além de revolta, me bateu aquele sentimento São Francisco de Assis. Eu já tava doida pra ter um companheiro animal novamente. Numa quarta-feira, 21h, fomos no Engenho de Dentro encontrar o John.

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Oi, tô na sacola! Me leva? Me ama?

Essa foi a primeira foto que vi do John na vida. A foto que minha amiga mandou pra gente e que ficou dias na minha cabeça. Essa carinha de fuinha, esses pelos descabelados… Esse olhar pedindo pra ser cuidado/alimentado/afofado. Não teve jeito.

Desde dezembro John faz parte da nossa vida. Não só a minha e do Pedro mas dos meus pais e dos pais dele. E dos nossos amigos que saem sempre apaixonados pelo John quando nos visitam. John é desses gatos que deita no meio da roda de conversa pra participar também. Bom, vamos a lista ilustrada de coisas que o John adora:

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Grey’s Anatomy: assisto quase todos os episódios no iPad. Acho a Meredith bonita, apesar de maluca.

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Caixas: curto todas! Grande, pequena… o importante é ser bem quentinha! Quanto menor, melhor!

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Euzinho posando pro Catálogo da Ellus 2014. Sou bonito?

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Faço denguinho pra minha mamãe, pra ganhar Whiskas Sachê!

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E adoro beber água do tanque, mesmo com o bebedouro elétrico caro pra burro que meus pais me deram…

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Gosto tanto dos meus pais que fico olhando os pés deles pelo vão da porta. 

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Enquanto mamãe trabalha, eu fico deitado do lado dela, escutando as músicas que ela canta… Minha cara diz tudo, né? Mamãe canta bem não.

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Como todo gato, adoro uma soneca. Se tiver travesseiro, melhor ainda!

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Vai, mãe. Tira logo a foto. Tô fingindo que é espontânea.

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Opa, tô aqui só deitadão, nem quero pegar esse pedaço que tá dando mole no prato…

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Ganhei uma casa linda da minha tia Lisa mas não sei bem onde tenho que ficar. Aí dentro? Ou aqui em cima tá bom?

Desde que adotamos o John, não paro de pensar em como seria a vida dele lá fora, sendo chutado pelo segurança. Ou por qualquer outro ser desprovido de compaixão que maltrata animais. A quantidade de casos que vemos diariamente de por aí, envolvendo animais, não tá no gibi. E aperta o coração saber que não vamos conseguir ajudar a todos. Alguns ficam pelo caminho, como a Mia. Outros sequer tem uma chance. Mas há os casos felizes. Hoje eu sou muito mais feliz por olhar pro lado com a certeza de que ele tá ali, protegido, amado. É a minha companhia diária, da hora que acordo até a hora em que adormeço. Muitas vezes só escuto os seus barulhinhos: comendo a ração no potinho ou correndo de um canto pro outro. E esse olhar… Que olhos!

Esse é o John Constantine, gente. Inspirado nesse John aqui. Obrigada à Maria de Fátima, que o acolheu e prestou os primeiros cuidados. À Ana e Alessandra, por terem feito o contato comigo. E à vida, por ter colocado esse peludo nas nossas vidas na hora certa. Obrigada.