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No fone de ouvido: Robyn – Dancing On My Own

Recentemente, comecei a assistir Girls. É sempre um frenesi na minha timeline quando sai episódio novo, acabei ficando curiosa e panz, entrou pra minha lista de séries do momento. Aliás, eu nunca fui uma pessoa de “séries” mas atualmente tenho acompanhando algumas (conto pra vocês em outro post).

Girls

Então que eu tava falando de Girls. Uma das coisas que mais gosto são as músicas. O episódio tá acabando e de repente entra uma música maravilhosa. Isso acontecia muito com Daria (que eu AMAVA). Na época a gente não tinha a facilidade pra catar quem cantava. Hoje eu vou lá e coloco meu Shazam na frente do notebook e voilá, encontro a música. Mas pera, esse não é um post sobre Girls.

E foi assim que eu “conheci” Robyn. Na verdade, eu já conhecia ela, quem não lembra dessa música aqui, minha gente? Enfim, se você continua sem saber de quem estou falando, Robyn é uma cantora sueca que emplacou um hit desses grudentos nos anos 90. Mas seria muito ridículo da minha parte resumi-la a isso. Em meados dos anos 2000, ela finalmente conseguiu mostrar ao mundo que era muito mais do que um rostinho bonito.

Em 2005, ela emplacou mais um hit: a canção With Every Heartbeat, que se tornou hino de clubs pelo mundo. Quando ouvi aquele synthpop, soltei um “mermãããão, que que é issoooooo?” achando extremamente foda. Me lembrou a soundtrack de Drive, que é maravilhosa e incrível. Daí quando o Shazam me disse que era Robyn pensei “WHAAAAAT”. E daí comecei a ouvir a canção sem parar…

Meu sonho ter um cabelo assim!

Meu sonho ter um cabelo assim!

Se vocês tiverem um tempinho, façam o favor de assistir ao clipe abaixo. Não sei o que amo mais: as dancinhas loucas, as roupas ou o cabelo dela.

Fiquei tão vidrada nessa música que cacei praticamente todas as versões dela no YouTube. E a que eu mais gostei foi essa acústica maravilhosa:

Achei incrível como eles fizeram uma versão voz e piano tão linda de uma música super pista. Aliás, que voz! Sem falar que você sente a “dor” dela, né? Tô apaixonada.

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No fone de ouvido: Summer Camp

Uma musiquinha bacana pra encerrar essa segunda-feira, que começou tão preguiçosa, depois de um final de semana de praia, calor e amor.

Aliás, o verão finalmente começou. Temperaturas acima dos 30 graus, chuvas no fim da tarde… Só torço pra que não venha junto as enchentes e as baratas voadoras! De resto, a gente dá um jeito: muita água pra refrescar, saladinha pra não maltratar o estômago e leque pra abanar (e ainda fazer uns exercícios).

A banda, ou melhor, a dupla, se chama Summer Camp, é da Inglaterra e eu aposto 10 mangos contigo que você vai se sentir na década de 80 ao ouvir essa música aí do clipe, “Better Off Without You”.

OBS: vale o clique no blog dos caras, esse post aqui com gifs está incrível!

Vi lá no Trabalho Sujo.

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No fone de ouvido: Best Coast

Best Coast é uma das bandas mais legais dos últimos tempos. E “Crazy For You” é um desses álbuns que você ouve de cabo-a-rabo e fica com vontade de curtir um verão, por conta de toda a atmosfera indie rock mesclada com surf music. O resultado disso é um álbum ensolarado mesmo, se é que isso é possível. Sabe quando uma música de teletransporta pra praia, ventinho no rosto e cheirinho de protetor solar?

A banda norte-americana é, na verdade, uma dupla, formada pela vocalista Bethany Cosentino (uma linda) e pelo baixista Bobb Bruno. Rola um batera também, que não é fixo e tal. Então, é isso. Se vocês ainda não ouviram Best Coast, tratem já de procurar o som desses caras por aí.

By the way, há um clipe belíssimo circulando pela internet, dirigido por ninguém menos que Drew Barrymore. O vídeo, feito para a faixa “Our Deal”, é uma lindeza e fato que a Drew entrou de cabeça no clima da banda. Assistam, por favor:

Depois de ter visto esse clipe, sabendo que todo o figurino foi escolhido pela Drew, tive muita vontade de ser tipo a “melhor amiga” dela. Brincadeiras à parte, Best Coast é isso: letras levinhas e bobas (uma coisa meio juvenil, sabe?) mas um vocal nostálgico e melodia que encanta até os mais descrentes no indie rock.

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No fone de ouvido: Warpaint

Dificilmente vou compartilhar uma banda/artista nesse blog sem contar uma historinha. Isso porque, além de contadora de histórias com diploma, também sou dessas pessoas que não consegue falar apenas de um assunto: quando você vê, a conversa já seguiu por um rumo completamente diferente.

A dica musical de hoje traz uma banda cheia de meninas-mulheres estilosas, que fazem um som melodramático, psicodélico e cheio de guitarras: Warpaint. Tendo nos vocais Emily Kokal, uma bonita de traços exóticos, ex-affair do meu ídolo “mor” John Frusciante, a banda já teve várias formações. Frusciante, inclusive, participou da produção de várias faixas do quarteto de Los Angeles, CA.

Só uma curiosidade: como nesse mundo da música todo mundo se conhece/é brother, um dos bateras do Warpaint foi nada mais nada menos do que Josh Klinghoffer, amigo do “Fruscia” e atual guitarrista do Red Hot Chili Peppers. Inclusive, ele aparece no clipe abaixo. Aposto que por essa vocês não esperavam…

Já no clipe abaixo, a pegada é outra, mais levinha… e a formação já não conta com o Josh:

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No fone de ouvido: She & Him – Don’t Look Back

E a musa indie Zoey Deschanel ataca novamente. Dessa vez no novo clipe da banda She & Him, tão amada por essa que vos escreve e por boa parte dos leitores desse blog, dispensando maiores apresentações.

Neste clipe, toda a atmosfera dos anos 50, influência gritante na musicalidade da banda (e no vestuário da própria Zoey), tudo isso ilustrando uma letra fofa, com um refrão que gruda por cinco dias na sua cabeça.

A música faz parte do segundo álbum do She & Him, “Volume Two”, que é bem bacana e combina bastante com esse verão calorento e cheio de sorvete refrescante (aqui no Rio de Janeiro tá sendo assim… e queimando tudo depois, na corridinha).

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No fone de ouvido: Arcade Fire

Arcade Fire por si só já exalta nos ouvintes toda a melancolia possível e cabível em um ser humano. Seja pelos duzentos instrumentos tocados em cada faixa, pelo vocal quase sussurrado e toda a atmosfera de letras que remetem a saudades.

Para mim, Arcade Fire significa o frio de Vail (Colorado, Estados Unidos), os passeios sozinha aos sábados ensolarados, porém frios, onde o meu ipod era meu melhor amigo e criava toda uma atmosfera companheira, acolhedora e pacífica. É o típico caso onde a música se mostra extremamente poderosa, transformando qualquer tristeza e solidão em algo mágico e inesquecível. Arcade Fire, pra mim, é parte de uma libertação pessoal e espiritual. Tenso, né?

Pois bem, os caras lançaram um álbum INCRÍVEL, sério, quem conhece e GOSTA da banda sabe que é difícil superar o que já é bom. Três anos após Neon Bible, que seria o álbum mais obscuro dos canadenses (em contraposição ao Funeral, cheio de musiquinhas felizes e saltitantes), vem o The Suburbs e dá um chute na nossa bunda. Pra mim, o melhor álbum deles.

Sometimes I can’t believe it
I’m moving past the feeling
Sometimes I can’t believe it
I’m moving past the feeling again