Loungerie lança coleção em parceria com a Janiero
pra gente, wishlist

Loungerie lança coleção em parceria com a Janiero

Volta e meia vejo amigas pedindo dicas de lojas para comprar lingerie bacana. Sempre indico a Loungerie pois oferecem uma variedade de peças bonitas para todos os tamanhos. Eu seeeempre sofri pra encontrar sutiãs pros meus seios e lá fui muito feliz. Há modelos mais básicos e outros mais trabalhados, com renda, coisa linda.

Recentemente, a marca divulgou sua primeira “collab”, com a grife Janiero – que tem peças MARAVILHOSAS. As duas marcas se uniram para lançar uma coleção que combina a experiência de compra da Loungerie (as vendedoras tiram suas medidas e você experimenta as peças que cabem certinho no seu corpo) com estampas e o design exclusivo da Janiero. São nove modelos distribuídos em: Bralets (sutiãs estilo top), calcinhas hot pant, além de duas versões de bodies.

Loungerie e JanieroLoungerie e Janiero

Tenho curtido muito essa onda de colocar a lingerie como algo a ser explorado também no dia à dia, deixando algumas peças como os bralets à mostra (usando uma camiseta mais soltinha, por exemplo). Aquela coisa de explorar lingerie somente ~em ocasiões especiais~ tá super ~last season~.

A coleção já está à venda nas lojas físicas e online da Loungerie >> www.loungerie.com.br. Se você nunca comprou peças da marca, recomendo ir à loja pra encontrar os modelos ideais pro seu corpo.

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conversas

Meme 3 coisas + Conversinha

Eu adoro um meme bobinho e descontraído, ainda mais quando ele revela um pouco mais sobre a gente. Aquele papo leve que sem querer já entrega parte dos teus gostos, sabe? Inspirada pelo post da Ju, seguem as minhas respostas pro “meme 3 coisas”.

△▽△

3 coisas que me dão medo
➸ filme de terror
➸ prédios muito altos
➸ voos internacionais

3 coisas que me dão preguiça
➸ lavar banheiro
➸ lavar a louça
➸ pessoas mau humoradas

3 coisas que eu gosto
➸ cozinhar
➸ afofar meus gatos
➸ planejar viagens

3 coisas que eu sei fazer
➸ umas comidas gostosas
➸ apresentações no powerpoint
➸ organizar bazar de roupa

3 coisas que eu não sei fazer
➸ nadar crawl
➸ dirigir (tenho carteira mas né?)
➸ me manter firme numa dieta

3 assuntos preferidos
➸ música
➸ corrida
➸ gastronomia

3 assuntos que eu não curto discutir
➸ religião
➸ economia
➸ sexo

3 cheiros preferidos
➸ bolo assando
➸ cangote dos gatos
➸ terra molhada de chuva

3 cheiros que eu detesto
➸ cheiro da linha vermelha aqui no rio
➸ dobradinha
➸ xixi de gato

3 melhores comidas
➸ risoto (qualquer um)
➸ sorvete (qualquer um)
➸ bolo (qualquer um)

3 piores comidas
➸ dobradinha
➸ escargot
➸ jiló

3 piores redes sociais
➸ facebook
➸ snapchat
➸ hello

3 melhores redes sociais
➸ pinterest
➸ instagram
➸ twitter

3 melhores bebidas
➸ chá (qualquer um)
➸ vodka
➸ café

3 piores bebidas
➸ refrigerante
➸ licor (qualquer um)
➸ cerveja vagabunda

3 coisas que me acalmam
➸ banho gelado
➸ comfort food
➸ corrida ou spinning

3 coisas que levam todo o meu dinheiro
➸ roupas e sapatos
➸ objetos pro lar (louças, etc)
➸ restaurantes

3 coisas em que eu detesto gastar dinheiro
➸ dentista
➸ remédios
➸ areia de gato

3 coisas que me estressam
➸ pessoas que somem
➸ shows tumultuados
➸ verão

3 coisas que eu vou fazer essa semana
➸ reunião com cliente
➸ marcar médicos
➸ treinos de corrida

3 coisas que eu fiz na semana passada
➸ eventos do gordelícias
➸ voltei a assistir algumas séries
➸ li um livro

3 coisas que eu quero fazer em breve
➸ viajar pra califórnia
➸ trilha pelo rio
➸ vídeos pro gordelícias (tipo vários de uma vez)

3 coisas que eu deveria fazer em breve
➸ vídeos pro gordelícias (tipo vários de uma vez)
➸ abrir uma conta pessoa física
➸ ler mais livros

3 coisas que eu não quero fazer
➸ tirar uma nova carteira de motorista
➸ marcar dentista
➸ relatórios

△▽△

A gente percebe com esses memes que a vida é algo muito simples e sem grandes complicações. O que nos faz feliz muitas vezes é passar um sábado jogado no sofá curtindo séries, mas tudo depende do seu momento da vida. Já estive naquela fase party animal, sempre em busca de diversão, hoje em dia curto correr bem cedo nos fins de semana, depois passo algumas horas vendo algo na TV com meus gatos ao redor, a companhia do marido fazendo algo dele (geralmente jogando) e a gente sente que a casa tem vida, que as coisas estão ali acontecendo no seu ritmo. É bom isso tudo.

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pra gente, wishlist

Coucou Suzette: feminismo em forma de pins, meias e patches

Conheci o trabalho de Juliette Mallet ao ler um artigo no Trendland sobre a Coucou Suzette, uma marca francesa de pins divertidos e com uma pegada feminista. Acabei clicando no site da loja e descobri que além dos pins ela também produz meias, patches e outras coisinhas, tudo com uma proposta divertida e girl power. Óbvio que me apaixonei, né?

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.

Nessa entrevista a gente mergulha no universo da artista, que estudou arte na École des Art Déco de Paris, posteriormente passando um tempo em Tóquio. Dividindo seu tempo entre ilustrações lúdicas e algumas bijous, ela embarcou na empreitada batizada de Coucou Suzette. Suas criações mesclam cores e formatos divertidos, brincando com o sexo em suas peças. O que começou como brincadeira acabou conquistando amigos e clientes por todo o mundo.

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.

o anel ‘boobie’ foi uma de suas primeiras criações

De fato, é tudo tão bonitinho que dá vontade de comprar uma pecinha de cada. E olha que interessante: a artista se preocupa e não fazer muitas peças exatamente iguais, justamente pra que cada comprador receba um pedacinho da sua arte quase que de forma exclusiva. Os preços também não são exorbitantes – pra gente acaba ficando um pouco mais caro pelo custo da entrega e também pela moeda. Juliette se preocupa em fazer algo único e acessível.

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.
O trabalho completo da artista você encontra aqui >> coucousuzette.com. E para comprar, basta visitar sua lojinha na Etsy >> www.etsy.com/shop/coucousuzette.

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filmes

Assistidos: Copenhagen

Dei uma pausa na maratona Gilmore Girls para me jogar na listinha de filmes favoritados na Netflix. A lista tá grande, alguns clássicos, novidades, e aclamados pela crítica. Como Copenhagen, do diretor Mark Raso. Ultimamente tenho ignorado resenhas antes de assistir a um determinado filme, principalmente quando ele é muito elogiado por críticos, justamente pra não elevar demaaais as expectativas (além dos blurbs que sempre rolam). E foi a melhor coisa que fiz, vocês vão entender o por quê.

Copenhagen

Copenhagen conta a história de William, aquele típico solteiro em busca de diversão numa trip com amigos (no caso, seu melhor amigo e namorada). Nos primeiros minutos a gente já vai bocejando com a atitude do rapaz, que tem aquela vibe “quero pegar geral, comer todo mundo, uhul, vamos beber e transar”. Mas a gente sabe que um filme com aquela atmosfera tão caprichada na fotografia não seria APENAS sobre um cara babaca que um belo dia conhece uma menina legal e vivem uma linda história de amor. Willian está em busca de momentos divertidos sim mas também tem uma missão: reencontrar seu avô e entregar uma carta antiga escrita por seu pai.

Logo nos primeiros dias, ele conhece Effy. A guria é uma fofa, daquelas que você tem vontade de virar amiga de cara (e esse sentimento só aumenta ao longo do filme). A questão é que William não tem mapa da cidade, não fala nada de dinamarquês, não sabe por onde começar sua busca. A menina Effy se compadece e espontaneamente resolve ajudá-lo. Os dois estabelecem uma relação muito bacana de amizade e cumplicidade, vivendo experiências incríveis, tudo isso em menos de 24h. Tudo muito lindo, cenário perfeito para que os dois vivam uma história de amor e panz, mas Effy tem apenas 14 anos (embora muito mais madura do que William).

Curioso como esse detalhe da idade pesou nas críticas que li por aí, falando que foi simplesmente desnecessário incluir essa questão no filme. Acabei assistindo uma entrevista com o diretor do filme que comentou sobre o receio que teve em abordar a questão e achei legal como ele se posiciona. Não é um filme sobre um cara mais velho e uma guria novinha mas sobre como muitas vezes o amor acontece do jeito mais inesperado, entre duas pessoas que acabaram de se conhecer mas estabeleceram conexões tão íntimas, mais até do que o próprio sexo.

A química entre William e Effy é maravilhosa, os passeios de bicicleta por Copenhagen fazem com que você queira planejar a próxima trip pra Dinamarca e a trilha sonora envolve tudo isso muito bem. Durante pouco mais de 1h30 você embarca naquela história e ao fim conclui que timing é tudo na vida. As pessoas certas no momento errado.

Copenhagen

Quando o filme terminou, imediatamente lembrei do meu último post aqui no blog que fala sobre o “amor pra sempre”. A gente se preocupa tanto em rotular os sentimentos, as coisas, certamente pessoas julgaram o “amor” entre os personagens, bateram o pé com “ela é menor de idade” mas gente, o que eles dois sentiram um pelo outro ficou eternizado nas fotografias e, principalmente, nas lembranças.

Outro ponto que destaco aqui é a atuação de Frederikke Dahl Hansen e Gethin Anthony (rostinho conhecido pra galera que assistiu Game of Thrones), que vivem os protagonistas. Quando os dois contracenam a gente sente uma explosão de sentimentos acontecendo dentro de cada um. A troca de olhares, a ternura… O Willian do começo do filme se transforma, o que já era de se esperar. O filme termina e a gente suspira junto com os dois.

Nem sempre vai rolar. Não vai durar pra vida toda mas talvez o suficiente pra ser especial.

PS: não deixem de ouvir a trilha sonora.

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amor

O mito do “amor pra sempre”

créditos da imagem: Foto Pau via Compfight cc

Esses dias, a internet veio abaixo com uma notícia bombástica. Não, não era o impeachment da presidenta Dilma mas a separação do casal William Bonner e Fátima Bernardes. Durante anos, os jornalistas dividiram a bancada do principal programa de notícias da TV brasileira e eram tidos como exemplo de casal, esses estereótipos que as pessoas adoram criar pra, sei lá, se inspirar.

Surgiram memes, brincadeiras das mais variadas, textões sobre o amor e as relações nos dias de hoje. A gente dava risada daqui, de lá, mas nesse bolo todo de opiniões, me chamou atenção a constante visão de que o relacionamento dos caras não deu certo. Não.Deu.Certo.

Não sou psicóloga, terapeuta, nada disso. Mas se tem uma coisa que aprendi ao longo desses 34 anos foi respeitar o tempo de cada coisa. Enxergar a melhor parte de todas as situações, mesmo as doloridas e aparentemente impossíveis de suportar. Porque mesmo na dor e no sofrimento, a gente consegue tirar uma lição, algo de positivo (pode acreditar). Cruzei com o depoimento do terapeuta Jordan Campos no Facebook (vocês podem ler na íntegra clicando aqui) mas gostaria de mencionar alguns trechos nesse post:

O mito do amor romântico ainda molda os sonhos mais profundos até que o tapa na cara da vida, que deveria ser um empurrão pra frente, vira pá de cal jogada em nossa alma no fundo do poço. A primeira coisa que devíamos aprender antes de começar qualquer coisa… Seja uma relação, emprego ou modo de vida é que isto um dia vai terminar.

Nossa, mas que horrível a gente pensar e viver desse jeito. Mas gente, olha, essa é a única certeza que temos na vida: a de que um dia TUDO acabará. Acho inclusive que por não pensarmos direitinho nisso, deixamos tanta coisa pra depois… projetos, decisões, minamos o presente na falsa certeza de que temos muito tempo pra corrigir erros e melhorarmos como pessoas. Wrong.

Uma relação de 26 anos e três filhos deu muito certo. Menos de 2% das pessoas que lerão este texto conseguirão ter mais de 25 anos com alguém. Eles deram certo o tempo que a função da relação possibilitou. Podemos dar certo por um dia, um mês, alguns anos ou até que a morte nos leve antes.

E não é? Quantas vezes a gente não desiste de um relacionamento por não ter paciência de lidar com o outro, com a dificuldade de dividir o espaço e tempo?  Na constante busca pela felicidade, somos levados a abandonar o barco no primeiro conflito, entrando naquele famoso círculo vicioso em busca de alguém perfeito. Então se a gente parar pra pensar, como podemos afirmar que o relacionamento dos caras deu errado sendo que criaram 3 filhos e ainda mantém amizade, uma relação cordial? Quantos de nós ainda mantém contato com ex namorado? Discuss.

As relações afetivas de longo prazo vivem uma Era de extinção. Nosso momento global, cultural, midiático e educacional prega exatamente isto. E isso tem um lado bom e um ruim. O lado bom é que podemos evitar de viver ao lado de uma pessoa apenas pelo símbolo bacana de ter uma família para a sociedade e família ver.

Eu queria dar um abraço no Jordan por essa fala. Se praticamente tudo ao nosso redor está mudando, por que ainda insistimos em manter a ideia do amor que dura pra sempre? A gente admira casal que tá junto há 50 anos, mesmo que os caras não se falem direito, não sejam companheiros, cúmplices. É isso mesmo que as pessoas valorizam? Estar com alguém por estar? Pra prestar contas na vizinhança?

De um lado, nossa necessidade de segurança, previsibilidade, proteção, dependência, confiança, permanência, todas essas experiências fundamentadas das nossas vidas que chamamos de lar. Porém temos também uma necessidade igualmente forte, homens e mulheres, por aventura, novidade, mistério, risco, perigo, desconhecido, inesperado, surpresa. Conciliar nossa necessidade por segurança com a nossa necessidade por aventura em um relacionamento, ou o que chamamos hoje de um casamento apaixonante, costumava ser uma contradição. Hoje em dia queremos que nosso parceiro continue a nos dar tudo isso, e, além disso quero que seja meu melhor amigo e meu confidente, meu amante apaixonado.

Não é só pelos filhos, ou pela amizade, é também sobre valorização do outro – o que diretamente implica no sexo e na atração mútua. Li e reli esse trecho que no post do Jordan é fundamentado por análises que ele fez em grupos de diferentes sociedades e que mostram em comum essa relação tão intrínseca casamento-sexo. E aí vocês devem estar se perguntando “mas lá vem esse papo de auto estima de novo”. É impossível fugir dele. Tudo na nossa vida tem a ver com o que sentimos por nós mesmos. Trabalho, amizade, relacionamento amoroso, projetos pessoais. Se você não se sente bem com o que é, se alguém faz com que você se sinta mal o tempo todo, é mais certo do que 2+2=4 que as coisas não vão rolar como deveriam. O rendimento cai, a produtividade, o carinho. É como se você parasse de regar uma plantinha e visse tudo murchar, sabe?

E por fim, Jordan encerra seu texto de um jeito tão óbvio e tão especial:

Vamos viver intensamente o que temos, vamos entender que é a nossa possibilidade de ser livre que nos “prende” em um ninho de relação. E não tenhamos medo de desistir quando o eco de sua emoção não mais voltar. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante: Quem quer errar, erra. Quem quer ganhar, ganha. Quem quer trair, trai. Quem quer ir, vai logo. Quem quer amar, não desiste. Porém… Quem ainda não sabe o que quer, inventa tolas desculpas. E acaba ferindo de mais. Cansando o amor. Dando um belo tiro no pé.

Parece simples o recado. Mas eu sei, você sabe, que não é. Existem muitos fatores que vão te segurar numa relação. Existe o medo, a insegurança, a dúvida. Existem os planos que julgamos corretos. Existem pessoas que dependem de nós, juntos ou separados. Sem falar que é tão confuso quando a gente entra na seara dos sentimentos, porque não existe lógica. Somos seres vivos, recebendo estímulos a todo instante. Não temos controle sobre o outro e na maioria das vezes nem mesmo sobre nós. Talvez a gente precise se conhecer melhor pra que consiga se ouvir mais. Só assim estaremos preparados para ouvir o outro e viver em paz.

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run forrest run

O novo filhote: Coração nos Pés

Achei que daria conta de falar de corrida eventualmente aqui no blog ou então fazendo alguns registros no Instagram. A verdade é que com a intensidade de treinos por conta da Meia do Rio em maio, o assunto se tornou recorrente. Minha rotina é pensada na alimentação, nos exercícios, nas corridinhas durante a semana e também nos fins de semana. Isso não quer dizer que estou APENAS correndo e deixando todo o resto de lado. A verdade é que estou apaixonada. E quando a gente fica apaixonado por algo, fica monotemático.

É claro que nem todo mundo entende pois não está na mesma vibe. E nem tem que estar. É algo que pra uns acontece, pra outros não. Normal, como tudo na vida. Até pra quem entende tem o momento do “bode”, como eu tive no finalzinho do ano passado. Mas as coisas voltaram a fluir. A empolgação e vontade estão por aqui. E foi por causa disso que criei um novo espaço, pra eventualmente compartilhar esse momento atual. Eu vos apresento o projeto Coração nos Pés.

Coração nos Pés.

Ele não é feito só por mim. Tem papai e irmão também. Cada um com seu ritmo, mostrando um pouco da relação com a corrida de rua. Dizem por aí que esporte mais democrático não há e aos poucos vou tendo a certeza de que é isso mesmo. Cada um com o seu tempo, com seu ritmo, com sua história. É tão bonito quando a gente conversa com alguém que corre sobre as razões que o levaram a colocar o corpo em movimento. Pelo menos euzinha fico toda emocionada.

Espero do fundo do coração que vocês gostem e que se aventurem também.

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