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Loungerie lança coleção em parceria com a Janiero
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Loungerie lança coleção em parceria com a Janiero

Volta e meia vejo amigas pedindo dicas de lojas para comprar lingerie bacana. Sempre indico a Loungerie pois oferecem uma variedade de peças bonitas para todos os tamanhos. Eu seeeempre sofri pra encontrar sutiãs pros meus seios e lá fui muito feliz. Há modelos mais básicos e outros mais trabalhados, com renda, coisa linda.

Recentemente, a marca divulgou sua primeira “collab”, com a grife Janiero – que tem peças MARAVILHOSAS. As duas marcas se uniram para lançar uma coleção que combina a experiência de compra da Loungerie (as vendedoras tiram suas medidas e você experimenta as peças que cabem certinho no seu corpo) com estampas e o design exclusivo da Janiero. São nove modelos distribuídos em: Bralets (sutiãs estilo top), calcinhas hot pant, além de duas versões de bodies.

Loungerie e JanieroLoungerie e Janiero

Tenho curtido muito essa onda de colocar a lingerie como algo a ser explorado também no dia à dia, deixando algumas peças como os bralets à mostra (usando uma camiseta mais soltinha, por exemplo). Aquela coisa de explorar lingerie somente ~em ocasiões especiais~ tá super ~last season~.

A coleção já está à venda nas lojas físicas e online da Loungerie >> www.loungerie.com.br. Se você nunca comprou peças da marca, recomendo ir à loja pra encontrar os modelos ideais pro seu corpo.

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Coucou Suzette: feminismo em forma de pins, meias e patches

Conheci o trabalho de Juliette Mallet ao ler um artigo no Trendland sobre a Coucou Suzette, uma marca francesa de pins divertidos e com uma pegada feminista. Acabei clicando no site da loja e descobri que além dos pins ela também produz meias, patches e outras coisinhas, tudo com uma proposta divertida e girl power. Óbvio que me apaixonei, né?

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.

Nessa entrevista a gente mergulha no universo da artista, que estudou arte na École des Art Déco de Paris, posteriormente passando um tempo em Tóquio. Dividindo seu tempo entre ilustrações lúdicas e algumas bijous, ela embarcou na empreitada batizada de Coucou Suzette. Suas criações mesclam cores e formatos divertidos, brincando com o sexo em suas peças. O que começou como brincadeira acabou conquistando amigos e clientes por todo o mundo.

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.

o anel ‘boobie’ foi uma de suas primeiras criações

De fato, é tudo tão bonitinho que dá vontade de comprar uma pecinha de cada. E olha que interessante: a artista se preocupa e não fazer muitas peças exatamente iguais, justamente pra que cada comprador receba um pedacinho da sua arte quase que de forma exclusiva. Os preços também não são exorbitantes – pra gente acaba ficando um pouco mais caro pelo custo da entrega e também pela moeda. Juliette se preocupa em fazer algo único e acessível.

Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.Coucou Suzette: feminismo & kitsch para consumir.
O trabalho completo da artista você encontra aqui >> coucousuzette.com. E para comprar, basta visitar sua lojinha na Etsy >> www.etsy.com/shop/coucousuzette.

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Conhecendo os produtos da LUSH

Há alguns meses me dei de presente alguns produtinhos da famosa LUSH, marca de cosméticos feitos a mão, com ingredientes naturais e com filosofia cruelty free (não testam em animais). Além de achar a identidade visual bacana, também tinha ouvido muitos elogios a respeito dos produtos, então eu precisava experimentar.

Aqui no Rio já existiu uma loja física porém a marca acabou dando bye bye pro Brasil e fechou suas unidades, pra nossa tristeza. O hiatus durou um tempo e eles voltaram, dessa vez com uma loja-spa em São Paulo (as meninas do GWS fizeram um post muito bacana mostrando como a loja é) então precisei comprar meio que às cegas ou então baseada em reviews e opiniões de amigas. Os escolhidos dessa primeira leva foram coisinhas que eu estava precisando, então juntei o útil ao agradável. Antes de mostrar minhas aquisições, queria falar um pouco sobre a marca.

Produtos 100% Vegetarianos, 83% Veganos, 60% Sem Conservantes e 38% Livres de Embalagens. Não fazem testes em animais.

Não sou vegetariana (ainda) mas hoje em dia, diante de tanta informação a respeito do que consumimos, de como as coisas são produzidas, fica difícil se manter indiferente em relação à origem dos ingredientes e às formas de trabalho. Por isso achei legal a transparência da LUSH no que tange à produção e curti a vibe da marca, que é super participativa em questões políticas. Sem falar que achei super fofo o adesivinho que vem em cada produto indicando quem fez! 

Tendo isso em mente, me joguei nos seguintes produtinhos.

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O Tea Tree Water é um tônico facial em spray com um efeito refrescante e com cheiro herbal, super gostoso. Tenho usado todos os dias, pela manhã e antes de dormir. Por causa das corridas, tenho tido umas espinhas bem chatinhas perto da costeleta, já que suo muito e a pele acaba ficando mais engordurada. O tônico tem me ajudado a equilibrar essa oleosidade, estou curtindo bastante.

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O Happy Hippy é um gel de banho que pode ser usado tanto como sabonete como shampoo. Ele é pequenino porém uma pequena quantidade rende muito, faz uma espuma legal. Aproveitei uma viagem com pouca bagagem pra levar esse sabonete comigo, que delícia que era me banhar depois de um dia batendo perna e sentir o efeito refrescante desse gel. Cheirinho de limpeza sabe?

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O Aromaco é um desodorante em barra e me interessei por ele depois de ler o review em algum blog que já não lembro. Cansei de desodorante que diz que segura o cheiro de suor e no fim fica um cecê insuportável. No review, havia um comentário negativo a respeito do cheiro forte do produto mas mesmo assim encarei. Gostei muito do efeito dele, porém além do cheiro que não é muito gostoso também achei ruim a forma de armazenar. Como ele não tem embalagem, você acaba tendo que colocar num potinho e pode ser meio melequento… Outra coisa boa é que ele rende muito, você passa, passa e parece que não diminui a barrinha.

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A Sweetie Pie é uma gelatina de banho, que a primeira vista é meio estranha. Você pensa “como usa essa porra” e aí você decide qual é a melhor forma: tem gente que tira ela toda do pote e vai despedaçando, já outras pessoas vão arrancando lasquinhas e usando no banho. O cheiro dela é tão gostoso que dá vontade de comer.

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Esse sabonete veio de brinde e eu fiquei APAIXONADA pelo cheiro. É o Honey I Washed The Kids, que veio num tamanho “amostra” super grandinho. Que cheiro delícia, Brasil! Parece um caramelo, um doce, sabe? Deixei numa gaveta do banheiro porque tava usando muitos sabonetes e quando abri outro dia veio aquele aroma tão incrível, imagina no banho? Aqui nesse vídeo a gente vê como o sabonete é feito, imagina só o cheiro “ao vivo”?

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É interessante assinar a newsletter da marca pra acompanhar os produtos sazonais, como alguns que só aparecem na loja durante o Natal. Há também alguns produtos que ficam por um tempo a venda e pode ser que você fique “órfão” dele, então vale a pena fazer um estoque (estando atendo à validade, claro).

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Como organizar um bazar

imagem do topo: daqui

Esse era um post que eu queria fazer há algum tempo mas sempre batia uma preguiça porque sabia que não poderia escrever qualquer coisa. Precisava me empenhar, listar o que é bacana, o que funciona, enfim, chegou esse momento. Vamos lá!

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Há alguns anos decidi que queria vender umas roupas que não usava mais. Via algumas amigas vendendo sandálias Melissa que não queriam usar mais, na época usavam o Orkut e até mesmo blogs pra tal, funcionava. Eu mesma cheguei a comprar uma Melissa nesse esquema, veio toda certinha, em bom estado. A lógica é simples: quantas coisas a gente tem guardadas em nossos armários que simplesmente não usamos mais? Ou nunca usamos? Nunca fui uma compradora compulsiva, sempre tentei ter o mínimo de discernimento na hora de levar alguma coisa pra casa, porém mesmo sendo cuidadosa e racional na medida do possível, já comprei roupa por impulso e, obviamente, não vesti.

Sempre fui uma pessoa estampada/colorida/~diferente. Um sapato, uma bolsa, um vestido. Já rolava aquela vibe “isso é a cara da Raquel” e eu também absorvi essa filosofia. Olhava pra coisinhas fofas nas vitrines e já comprava, mesmo sem saber como usar ou encaixar nos meus looks diários. Hoje em dia eu já não curto mais tantas cores e padronagens e o que aconteceu? Simplesmente não sei como fazer uso de um armário que não combina mais comigo, com o meu lifestyle e jeito de ser. Resumindo? Resolvi vender boa parte.

Foi assim que comecei a vender algumas coisinhas online. Usei o blog, usei o Facebook, usei o Enjoei. Mas foi nos bazares com amigas que a coisa fluiu melhor. Aquela coisa de poder pegar a roupa, experimentar, fazer um preço mais camarada porque não tem frete, não tem embalagem… Sem falar que é sempre divertido organizar esse tipo de encontro, por mais cansativo que seja. Sabe o que é mais legal? Quando você organiza uma turma maneira, que capricha na seleção dos “enjôos”, afinal não se engane, você não é o único ser humano com peças encalhadas em casa, viu? Outras pessoas também sofrem desse mal.

Baseada na minha ~experiência~ organizando bazar de desapegos, posso dizer pra vocês o seguinte:

✔ Coloque pra fora o desapego que existe dentro de você

Antes de pensar no bazar em si, essa é a etapa mais importante de todo o processo. Olhar para o que você tem, analisando friamente: 1. o que você ainda quer manter no armário por algum tempo mais; 2. o que você não vai usar nem que emagreça/engorde/chova/faça sol. Quantas roupas a gente não guarda “pra quando emagrecer”? Ou então “pra quando viajar pra tal lugar”? Você pode até emagrecer ou viajar mas não se engane, no fundo aquelas peças estão ali apenas fazendo figuração.

Uma coisa que aprendi é: passou mais de um ano e você nem chegou perto da roupa, será que precisa tanto dela assim?

✔ Organize um encontrinho de troca e venda com amigas

Separou aquelas roupas em bom estado, praticamente novas, que você não quer mais? Marque um café com amigas, cada uma leva seus desapegos… Veste dali, prova daqui… Tenho certeza de que você vai fazer bons negócios! Volta e meia troco roupas com amigas que vestem praticamente os mesmos tamanhos e é tão bom voltar pra casa com novos vestidos, sapatos…

✔ Crie um álbum no Facebook para expor os enjôos

Se o seu problema é a quantidade de roupas, pode não ser uma boa ideia trocar com amigas. A parada é vender mesmo, certo? Seja pelo espaço ou até mesmo pra levantar uma grana, uma boa pedida é criar um álbum no Facebook para expor os desapegos. Deixe público, marque pessoas que possam ter interesse, divulgue por aí. Há grupos dedicados a venda e troca de roupas porém dependendo da organização, pode não dar muito resultado… No seu álbum, você controla as interações, edita as legendas com os valores, é bem prático – e funciona!

minha lojinha no facebook >> clique aqui

✔ Anuncie em sites especializados em venda

Se você quer alcançar uma audiência maior na hora de expor seus produtos, vale a pena anunciar em sites especializados como Enjoei ou mesmo OLX ou MercadoLivre. Aqui em casa nós anunciamos alguns móveis quando nos mudamos e tivemos um bom feedback no OLX. Para as roupas, o Enjoei é uma boa, apesar de ser mais chatinho com as fotos que você faz. Também acho um pouco ruim a forma de receber o dindim (sem falar que eles seguram uma porcentagem) mas faz parte, continua valendo a pena, principalmente com desapegos mais carinhos.

minha lojinha no enjoei >> clique aqui

✔ Não vai vender? Doe!

Você separou os desapegos mas tem aqueles que sabe que não vai vender… que tal doar? Estão em bom estado? Limpinhos? Há muitos locais de coleta que aceitam peças de vestuário, roupas de cama, coisas de cozinha… Aqui em casa separei duas caixas só de utensílios de cozinha como panelas e potes que foram para uma ONG que atende crianças. Eles ficaram muito felizes pois estavam montando um espaço para servir refeições e esses materiais vieram em ótima hora. Vale a pena pesquisar aqui onde encontrar uma ONG perto de você. Algumas igrejas e associações de moradores também coletam, vale a pena ficar de olho e fazer um gesto bacana por quem precisa!

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O mais interessante disso tudo é fazer as coisas fluírem. Não há necessidade de manter parado seja no seu armário ou na vida algo que já não faz mais sentido pra você. 

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Melissa Wanna Be Carioca: tendência flatform

A Melissa lançou há algumas semanas a coleção Wanna Be Carioca. Como o nome já diz, estamos falando de uma linha toda inspirada na Cidade Maravilhosa, que exala essa atmosfera de verão, mar, altas temperaturas, roupa fresquinha e de cores vibrantes. O curioso é que a gente nem precisa esperar dezembro chegar pra usar esses modelos mais ~veranis~, visto que nessa cidade faz calor o ano todo, até no inverno (que esse ano deu tchauzinho de longe). Dentre as parcerias que a marca já realiaz e as novidades da coleção, o que mais me chamou atenção foram os sapatos flatform. Dá só uma olhada:

Melissa Wanna Be Carioca. Mais em http://raquelarellano.com.br/blog.

Dona Jelly

Melissa Wanna Be Carioca. Mais em http://raquelarellano.com.br/blog.

Hotness

Melissa Wanna Be Carioca. Mais em http://raquelarellano.com.br/blog.

Mar

Melissa Wanna Be Carioca. Mais em http://raquelarellano.com.br/blog.

Flox

Fiquei apaixonada pelos modelos Mar e Flox. Curto bastate a vibe desse solado grosso e altinho, que é super confortável pra quem bate perna o dia todo. No caso das mais altas, a gente acaba ficando mais ~elegante~ porém sem sofrer com o saltão. Eu acabei levando a Flox numa cor diferente e aqui ficam dois destaques: a sola tratorada, que já tinha dado as caras em alguns modelos da coleção Melissa Star Walker + solado colorido. Mais trendy, impossível!

Queria ver a Hotness ao vivo mas as lojas estão recebendo aos poucos a coleção. Pra quem quiser ver tudinho (ou quase tudo), é só clicar aqui.

acompanhe o maionese por aí:

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pra gente, run forrest run

Lançamento: Nike Photosynthesis Pack

Enquanto por aqui as temperaturas caem, lá no hemisfério norte o verão já começa a dar pinta. Com isso, as marcas investem pesado em coleções que exalam o frescor e colorido da época. Tipo a Nike, que lançou no dia 11 de junho a linha Photosynthesis, uma coleção maravilhosa de itens para corrida. Lembrou bastaante as padronagens da FARM para adidas.

Nike Air Zoom Pegasus 32 Photosynthesis (feminino e masculino)
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Nike Free 5.0 Photosynthesis (feminino e masculino)

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Nike LunarGlide 6 Photosynthesis (feminino e masculino)

Por aqui, a linha chega às lojas no dia 22 de junho, com produtos a partir de R$ 89,00. Será que vão jogar os preços lá em cima nos tênis? Torcendo pra ficarem na média, porque já estou sonhando com um Pegasus desde já!