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Assistidos: Copenhagen

Dei uma pausa na maratona Gilmore Girls para me jogar na listinha de filmes favoritados na Netflix. A lista tá grande, alguns clássicos, novidades, e aclamados pela crítica. Como Copenhagen, do diretor Mark Raso. Ultimamente tenho ignorado resenhas antes de assistir a um determinado filme, principalmente quando ele é muito elogiado por críticos, justamente pra não elevar demaaais as expectativas (além dos blurbs que sempre rolam). E foi a melhor coisa que fiz, vocês vão entender o por quê.

Copenhagen

Copenhagen conta a história de William, aquele típico solteiro em busca de diversão numa trip com amigos (no caso, seu melhor amigo e namorada). Nos primeiros minutos a gente já vai bocejando com a atitude do rapaz, que tem aquela vibe “quero pegar geral, comer todo mundo, uhul, vamos beber e transar”. Mas a gente sabe que um filme com aquela atmosfera tão caprichada na fotografia não seria APENAS sobre um cara babaca que um belo dia conhece uma menina legal e vivem uma linda história de amor. Willian está em busca de momentos divertidos sim mas também tem uma missão: reencontrar seu avô e entregar uma carta antiga escrita por seu pai.

Logo nos primeiros dias, ele conhece Effy. A guria é uma fofa, daquelas que você tem vontade de virar amiga de cara (e esse sentimento só aumenta ao longo do filme). A questão é que William não tem mapa da cidade, não fala nada de dinamarquês, não sabe por onde começar sua busca. A menina Effy se compadece e espontaneamente resolve ajudá-lo. Os dois estabelecem uma relação muito bacana de amizade e cumplicidade, vivendo experiências incríveis, tudo isso em menos de 24h. Tudo muito lindo, cenário perfeito para que os dois vivam uma história de amor e panz, mas Effy tem apenas 14 anos (embora muito mais madura do que William).

Curioso como esse detalhe da idade pesou nas críticas que li por aí, falando que foi simplesmente desnecessário incluir essa questão no filme. Acabei assistindo uma entrevista com o diretor do filme que comentou sobre o receio que teve em abordar a questão e achei legal como ele se posiciona. Não é um filme sobre um cara mais velho e uma guria novinha mas sobre como muitas vezes o amor acontece do jeito mais inesperado, entre duas pessoas que acabaram de se conhecer mas estabeleceram conexões tão íntimas, mais até do que o próprio sexo.

A química entre William e Effy é maravilhosa, os passeios de bicicleta por Copenhagen fazem com que você queira planejar a próxima trip pra Dinamarca e a trilha sonora envolve tudo isso muito bem. Durante pouco mais de 1h30 você embarca naquela história e ao fim conclui que timing é tudo na vida. As pessoas certas no momento errado.

Copenhagen

Quando o filme terminou, imediatamente lembrei do meu último post aqui no blog que fala sobre o “amor pra sempre”. A gente se preocupa tanto em rotular os sentimentos, as coisas, certamente pessoas julgaram o “amor” entre os personagens, bateram o pé com “ela é menor de idade” mas gente, o que eles dois sentiram um pelo outro ficou eternizado nas fotografias e, principalmente, nas lembranças.

Outro ponto que destaco aqui é a atuação de Frederikke Dahl Hansen e Gethin Anthony (rostinho conhecido pra galera que assistiu Game of Thrones), que vivem os protagonistas. Quando os dois contracenam a gente sente uma explosão de sentimentos acontecendo dentro de cada um. A troca de olhares, a ternura… O Willian do começo do filme se transforma, o que já era de se esperar. O filme termina e a gente suspira junto com os dois.

Nem sempre vai rolar. Não vai durar pra vida toda mas talvez o suficiente pra ser especial.

PS: não deixem de ouvir a trilha sonora.

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Assistidos: Priscilla, a Rainha do Deserto + Eu e as Mulheres + Jovens Adultos

Andei meio “pobrinha” de filmes no mês passado. Pra quem assistia pelo menos uns 2 na semana, andei meio ausente nessa questão. E isso tem nome: vício em Downton Abbey. Por influência de ~mâmi~, que sempre falava da série, comecei a assistir e fiquei apaixonada. É uma série leve porém intensa. Devorei 5 temporadas rapidamente e cá estou ansiosa pela sexta, que é a última e coloca um ponto final nessa história toda. Bom, mas isso é assunto pra um post exclusivo, né?

Voltando aos filmes, cá estão os três últimos assistidos. Um clássico e dois aleatórios. Vamos aos comentários!

1. Priscilla, a Rainha do Deserto

Já tinha assistido a esse filme há muitos anos e não lembrava direito. Tirei o domingo friorento pra pegar algo bem “aleatório” e passar algumas horas me divertindo. O filme conta a história de três artistas que caem na estrada para uma apresentação longe de casa. Anthony/Mitzi + Adam/Felicia são drag queens e convocam Bernadette/Ralph para acompanhar a dupla em uma viagem cheia de aventuras por cidades pequenas e grandes revelações.

Além da trilha sonora, as atuações são maravilhosas – Terence Strap, Hugo Weaving e Guy Pearce incríveis! Filme divertido e um clássico dos anos 90.

2. Eu e as Mulheres

Tem filme que quando termina eu me pergunto por que assisti, porque não tem nada a ver com o tipo de coisa que eu curto assistir. Pois bem, esse filme estava em destaque na Netflix outro dia e eu resolvi dar uma chance, afinal tinha o Adam Brody e ele é sempre muito fofo. Trata-se de uma comédia romântica fofa, com uma trilha sonora gostosa e só. Se quiser dar uma “desopilada” dos dramalhões da vida, vale o investimento de tempo (apesar das tretas entre mãe e filha e panz). Mas não espere mais do que isso.

3. Jovens Adultos


Outro que assisti depois de ver a sugestão no Netflix. Dei uma pesquisada bem por alto, não vi muitos elogios mas resolvi encarar por motivos de “tem Charlize Theron”. Trata-se da história de uma escritora que anda meio deprê com a vida e resolve visitar a cidade onde cresceu em busca de algumas respostas. Lá ela reencontra um ex da adolescência e começa a criar expectativas… Tem horas que você tem um pouco de vergonha alheia, misturada com pena… Achei interessante, no fim das contas.
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E vocês, o que estão assistindo? Deixem sugestões legais aqui nos comentários!

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Assistidos: As Coisas Impossíveis do Amor, Jerry Maguire, Quando o Amor Acontece

Depois de um longo inverno assistindo somente séries (Mad Men ❤) resolvi tirar a teia de aranha da listinha de filmes. Dei uma zapeada rápida no Netflix e encontrei alguns filmes antigos que sempre quis assistir mas tinha preguicinha. Ah, entrou um ~novo~ também que já tinha ouvido falar bem e tal. Vamos lá aos comentários.

1. As Coisas Impossíveis do Amor

Netflix me avisou sobre esse filme, se não me engano naquele display de destaques. Pela descrição, parecia ser mais chatinho do que realmente é. É uma história interessante e comovente, mostrando as complicações entre um casal que lida com tanto problema em pouco tempo. Em muitos casos daria vontade de mandar tudo pros infernos mas os personagens resolvem de outro jeito. Natalie Portman tá ótima nesse filme, vale a pena ver pela atuação dela.

2. Jerry Maguire

Já tinha assistido Jerry Maguire algumas vezes quando era mais nova mas bateu aquela vontade de ver novamente. Eu não era tão crítica antigamente e logicamente ignorei os clichês e caras e bocas do Tom Cruise. Dessa vez, só consegui focar na ~mensagem~ que rola no filme. Quantas vezes a gente já não foi meio Jerry? Meio Dorothy? Abraçando o mundo com as pernas, numa sociedade cada vez mais competitiva. Muitas vezes não sobra espaço para o amor.

Destaque para duas cenas maravilhosas >> essa e essa.

3. Quando o Amor Acontece

Ahhhh comédias românticas… De vez em quando são tão deliciosas! Ainda mais quando tem Sandra Bullock e Harry Connick, Jr (vivendo um cowboy, super novinho). Bom, cês acham que eu só assisto filme incrível, que só trago vitória pro blog, então, queria avisar que ESSE FILME É UMA BELA BOSTA! Mas sabe quando é fofinho? Essa definição é péssima, okay. Mas esse é um daqueles filmes que a gente assiste pra dar uma desplugada do mundo, de coisas mais ~cabeça~ e se deixa levar. Bate uma certa culpa por passar quase 2h da vida assistindo e tal, não acrescenta nada, os personagens são péssimos, Forest Whitaker mandou mal, mas eu gostei de assistir num desses domingos em que você acorda meio sem saber o que fazer.

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Semana que vem devo trazer mais uma leva de filmes que assisti, graças às férias do Pedro – tô aproveitando e tirando uns dias pra relaxar um pouco, ainda mais depois da mudança infernal. O que vocês sugerem? Deixem as dicas aqui nos comentários!

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Assistidos: Amores Imaginários, Tomboy e O Abutre

Hoje resolvi indicar três filmes bem distintos porém com um detalhe em comum: todos foram premiados de alguma forma em festivais de cinema pelo mundo. Os dois primeiros são sugestões mais “alternativas”, o primeiro pode causar certa estranheza aos que estão mais acostumados a filmes “blockbusters”. O último é mais Hollywood porém com uma pegada dark interessante.

Chega de papo furado e vamos à seleção!

1. Amores Imaginários

Adoro quando sou surpreendida por um grande filme. Já tinha ouvido falar do filme, “belo dia” vi o filme dando sopa no Netflix e parei pra assistir. Dirigido e estrelado pelo jovem canadense Xavier Dolan, conta a história de dois amigos que tem a vida balançada por um jovem forasteiro, cheio de mistério e tudo mais. Poderia ser mais um filminho cliché mas com a lindeza de fotografia e trilha sonora, passa a ser algo além.

2. Tomboy

Esse filme foi premiadíssimo na época de seu lançamento em diversos festivais. Também pudera. A atuação perfeita de uma atriz tão jovem e sem muita experiência frente às câmeras, uma história que vem sendo cada vez mais discutida, tudo isso feito de um jeito tão delicado e bonito. Tem horas que o coração aperta porque a gente sofre junto com a personagem. Não vou falar mais, assistam, por favor!

3. O Abutre

Fiquei muito ansiosa pra assistir a esse filme na época em que foi lançado. Falaram maravilhas da atuação de Jake Gyllenhaall e sei que ele dá show com aquele olhar psicótico, principalmente quando o filme pede esse tipo de atuação mais on fire. E é isso que ele entrega nesse suspense que vai te fazer pensar no seguinte: qual é o limite da busca pelo sucesso?

Dica: todos os filmes estão disponíveis no Netflix! \o/

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Assistidos: Desejo e Reparação, Donnie Brasco e Chef

Aproveitando que tem muita gente curtindo feriadão prolongado pra indicar aquele trio esperto de filmes. Aliás, os títulos não tem praticamente nada a ver um com o outro, pra vocês terem certeza de que a pessoa que vos escreve tem um gosto bastante peculiar para películas, certo?

Os “assistidos” incluem um título mais antiguinho, outro mais ou menos recente e um recente. Aliás, sobre o recente, eu poderia ficar horasssss falando mas preferi ser sucinta. Alguns de vocês pediram que eu falasse mais de assuntos gastronômicos aqui no blog, com uma pegada mais pessoal, e cá estou trazendo o assunto pra mesa. Aliás, essa semana teremos mais um post com essa ~veia~ gastrô, mas isso fica pra depois. Vamos aos filmes?

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1. Desejo e Reparação

Sei que tem gente que morre de preguiça da Keira Knightley, eu mesma dou uns bocejos  quando noto as mesmas expressões, trejeitos, nos personagens de época que ela interpreta. Porém, Desejo e Reparação ganha o espectador pelo enredo, por todo o resto. A fotografia é linda, e o final, surpreendente (e triste). De soluçar de chorar, coisa que eu fiz.

Não satisfeita, mandei mais overdose de Keira assistindo pela milésima vez Orgulho e Preconceito. Como amo esse filme, galera.

2. Donnie Brasco

Muita gente só conhece Johnny Depp pelos filmes toscos de hoje em dia (ou pelo jeitão meio excêntrico de ser). Em sua carreira, há uma atuação excelente, na pele do agente infiltrado Joe Pistone/Donnie Brasco, que investiga um grupo de mafiosos baseado em NY durante os anos 90. A história é baseado em fatos reais e traz Al Pacino + elenco repleto de carinhas conhecidas.

3. Chef

Tá aí um filme que merecia um post exclusivo. Como eu AMEI Chef, pessoal! Amei, amei, amei! Primeiro que o filme é de uma leveza, daqueles que você esquece do tempo e embarca na história. Segundo que, se você cozinha ou aprecia uma boa gastronomia, vai ficar encantado.

O elenco é maravilhoso, Jon Favreau escreveu, dirigiu e atuou no filme, vivendo um chef que precisa se reinventar e buscar uma nova oportunidade de trabalho. Em paralelo, precisa também se aproximar mais do filho, com quem tem uma relação um tanto quanto conturbada. Você ri, sente fome e até se emociona com essa história tão bonita! PS: duvido você não tentar reproduzir um dos pratos preparados no filme. Dica: o misto-quente.

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Ah, todos os filmes citados na postagem estão disponíveis no Netflix (não é jabá)!

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Filme da Semana: Mesmo Se Nada Der Certo (2014)

Assisti a esse filme já tem um tempinho mas demorei pra trazer a ~resenha~ pro blog. Tava com muita vontade de conferi-lo no cinema mas como moro em um bairro onde praticamente NADA DE BOM é exibido e a exibição dele foi super “the flash” pela cidade, recorri aos meios ilícitos – vulgo torrent – para matar minha vontade.

Só digo uma coisa: que delícia de filme! A história gira em torno de Gretta (Keira Knightley), uma moça inglesa vivendo nos EUA, acompanhando o namorado, vivido por Adam Levine, cantor em início de carreira que um belo dia explode no cenário musical. O casal, que já vivia juntos há alguns anos acaba se separando e Gretta fica naquela de não saber mais o que fazer da vida.

Begin Again | Maionese

Até que um belo dia ela conhece o produtor Dan (Mark Ruffalo), que não anda lá muito bem das pernas na carreira nem na família. E como dizem por aí que é na pior que a gente arruma forças pra se levantar, Gretta e Dan mergulham em um projeto diferente que acaba dando mais certo do que eles esperavam.

Begin Again | Maionese

“Mesmo Se Nada Der Certo” tem tomadas incríveis de Nova Iorque e a sensibilidade de John Carney, que já havia produzido um filme com temática semelhante (o lindo “Once”), transforma essa comédia romântica em um filme delicioso de se assistir. Os personagens são apaixonantes, você torce por cada um deles, para que se encontrem em paz e sejam felizes.

Begin Again | Maionese

Sem falar que o projeto musical é muito bom – tão bom que quando acaba o filme você corre para o YouTube ou Spotify da vida atrás da trilha sonora.

:: saiba mais: IMDB ::

:: avaliação ::